domingo, 18 de dezembro de 2016

Destes dias de advento

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Neste tempo de espera em que desejamos saúde, paz e  amor nos votos de boas festas que trocamos com amigos e familiares, é também para muitos tempo de compras, de luzes,bolas a brilhar no pinheiro, azáfama nas cozinhas a preparar o menu, muitos doces.
Vivemos estes dias com tanto encanto, temos o nosso lar, os olhos das nossas crianças brilham à espera do Pai  Natal, há à nossa volta o calor da família . Há paz e segurança.
No entanto, não posso deixar de pensar nas crianças a deambular nas ruas de uma cidade em ruínas, num País em guerra. Crianças, mulheres, idosos a fugir, nem eles sabem para onde.
Há muitos conflitos, muitas guerras, muitos interesses, muita corrupção.
 Há muitos inocentes a sofrer.
Não faço julgamentos, não entro em politicas, mas, como eu gostaria que Natal fosse mesmo Tempo de Paz e Amor em todo o Mundo.
Um Santo Natal !


quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Pudim de mel de Monchique

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 Monchique, serra algarvia conhecida pelas suas termas e também reconhecida pela sua gastronomia serrana.
 Nas suas encostas existem eucaliptos, sobreiros, pinheiros e medronheiros, com uma vegetação de estevas,rosmaninho, tomilho.
Monchique  produz o  afamado medronho e um mel de excelente qualidade.
A sua gastronomia é rica de sabores. É comida de conforto.
Deixo hoje aqui a receita do seu pudim de mel. Não é um pudim para comer todos os dias, mas agora no Natal sabe bem.


  • 12 ovos
  • 1 colher de chá de canela
  • 1 colher de sopa de azeite
  • 2 colheres de sopa de mel
  • 500 g de açúcar
  • raspa de um limão
  • manteiga q. b. para untar a forma
Misture muito bem todos os ingredientes, não bater demasiado.
Deite numa forma barrada com manteiga.
Leve a cozer em banho- maria cerca de uma hora em forno moderado.
O pudim é tradicionalmente servido na forma onde é confeccionado.
Bom apetite !
Bons doces !






quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Pastéis de grão

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Massa :
Põe-se numa caçarola um quarto de litro de água, uma colher de manteiga, o sumo de um limão e umas pedras de sal.
Quando a manteiga estiver derretida, retira-se do lume e vão-se juntando, pouco a pouco, 250g de farinha, a qual se amassa e bate muito bem.
Deixa-se descansar meia hora e depois é que se estende a massa com o rolo para fazer os pastéis.

Recheio:
Põem-se ao lume, numa vasilha, 250g de açúcar com pouca água, até fazer ponto de espadana.
Em seguida juntam-se-lhe 250g gramas de polme de grão cozido. 25 g de amêndoas doces peladas e passadas pela máquina, uma colher de chá de manteiga e uma pitada de canela.
Leva-se ao lume, mexendo muito bem até engrossar e retira-se do lume.
Batem-se quatro gemas que se juntam pouco a pouco ao doce já quase frio e depois das gemas bem incorporadas, levam-se novamente ao lume a enxugar.
Estende-se a massa e dá-se-lhe o feitio de pastéis de massa tenra ou de almofadinhas, recheiam-se com o doce de grão, fritam-se em óleo e passam-se ainda quentes por açúcar e canela.

Receita do livro A Mulher Na Sala E Na Cozinha.

Eu gosto muito destes pastéis, aconselho a fazer primeiro o recheio, para que na hora de fazer os pastéis o recheio esteja frio.
 Fiz uma vez com o recheio quente e o resultado foi um desastre, abriam-se ao fritar.




sábado, 26 de novembro de 2016

Este é o inverno

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" Um frio de leve
vem para ficar
A brisa suave
faz a árvore balançar
O vento sopra
assobiando
O céu escuro
vai ficando
As nuvens passam
de mansinho
A chuva chega
devagarinho
As pessoas correm
abrindo guarda-chuvas
Vi um homem de casaco
e uma mulher de luvas
É esse o inverno
sorrateiro
Vem chegando
e nem avisa primeiro "


                                                 Clarice Pacheco



terça-feira, 22 de novembro de 2016

De volta à poesia

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Aprendi a ler tinha seis anos e um mundo novo se abriu para mim.
Gosto de ler biografias, romances, romances históricos, livros de auto- ajuda, tudo menos ficção cientifica. E não gostava de poesia, não gostava... seria melhor dizer, não entendia, mas nós mudamos muito com a idade, o tempo vai-nos amadurecendo e o que não gostávamos passamos a gostar e não é só com a literatura, praticamente é com tudo. Com os anos perde-se umas coisas, ganhamos outras.
Eu ganhei sensibilidade para entender e gostar de poesia.
"
Quando eu for, um dia desses
Poeira ou folha levada
No vento da madrugada
Serei um pouco de nada
Invisível, delicioso

Que faz com que o teu ar
Pareça mais um olhar
Suave mistério amoroso
Cidade do meu andar
( Deste já tão longo andar )
E talvez do meu repouso...."


                                                         Mário Quintana




sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Receita de coelho bêbado

Coelho bravo à moda de Arganil




Gosto de comer praticamente de tudo um pouco. Não sou muito esquisita, mas a carne de coelho tem que ser bem temperada e embora seja uma carne saudável, raras vezes a compro.
Esta é a receita que eu mais gosto, embora seja da teleculinária é a minha receita há já vários anos.


  • 1 coelho com cerca de 1,500 gramas
  • 1 cebola
  • 2 tomates pelados
  • 2 dentes de alho
  • 1 dl de azeite
  • 5 dl de vinho tinto
  • 1 folha de louro
  • sal e pimenta q. b.


1 Corte o coelho em pedaços ( peça no talho para o fazer ) deite-o para uma tigela, tempere-o de sal. pimenta, adicione-lhe os alhos picados, o louro e o vinho. Mexa, tape e deixe marinar de um dia para o outro no frio. No dia, escorra o coelho e reserve a marinada.

2 Leve ao lume um tacho com o azeite, deixe aquecer e junte o coelho e deixe cozinhar até ficar dourado. Adicione depois a cebola picada e deixe que fique dourada.

3 Junte o tomate picado e a marinada, mexa, tape e deixe cozinhar 40 minutos. Rectifique o sal e sirva com batatas cozidas ou se preferir com arroz branco.

Cá em casa é geralmente servido com um arroz de legumes, Em breve postarei a receita.
Quem gosta pode servir com batatas fritas.
Bom apetite !


sábado, 29 de outubro de 2016

Casacos

Casaco jacquard Viopa VILA     

Vou confessar, aqui que ninguém me ouve. Gosto muito de casacos de malha!
Sim eu sei, um blazer, casaco comprido,blusão, sobretudo, tudo veste melhor uma mulher que um simples casaco de malha.
 No Algarve as temperaturas são altas praticamente até ao Natal, sempre acima dos 20º, hoje esteve acima dos 22º, eu sufoco dentro de um casaco, só se for um blazer bem leve.
 Este casaco da La Redoute é o ideal, com uns jeans, uma blusa leve e a completar uns mocassins e estou pronta para sair e ir às compras. Gosto muito de andar prática e descontraída. Depois no Algarve é esse o modo de vestir, introduzido pelos turistas que se passeiam de bermudas e calções em qualquer época do ano.
Muito bem me disse uma senhora a passar aqui as férias " No Algarve as pessoas vestem-se muito mal " . Eu aceitei  a critica. Não se pode ter tudo !
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